Enquanto o mundo assistia à final da Copa, Nova York faturava bilhões. A bola rolou no MetLife Stadium, mas um dos maiores jogos aconteceu longe das arquibancadas
A Copa do Mundo transformou Nova York em um dos destinos mais disputados do planeta. A expectativa é de que o torneio movimente cerca de US$ 2,5 bilhões na economia da região, impulsionando principalmente a hotelaria, a gastronomia, o varejo e o mercado de eventos.
Neste exato momento, algumas das suítes mais exclusivas e desejadas da cidade estão ocupadas. Celebridades internacionais, empresários, patrocinadores, chefes de Estado, atletas e convidados da FIFA transformaram hotéis como Aman New York, The Plaza, The Mark, The St. Regis New York, The Peninsula, Mandarin Oriental e Four Seasons New York em verdadeiros centros de negócios e encontros de alto nível.
Madonna, Shakira, Rihanna, Post Malone, Justin Bieber, Shakira, Robbie Williams, o casal Beyoncé e Jay-Z, e os brasileiros Gil do Vigor, Alessandra Ambrósio, Ronaldo Fenômeno com Celina Locks, Ronaldinho Gaúcho e inúmeras personalidades passaram pela cidade durante a decisão, confirmando que os grandes eventos esportivos movimentam muito mais do que torcedores. Eles atraem investidores, marcas globais, produções milionárias e um público disposto a pagar pelas melhores experiências.
Com ocupação próxima da capacidade máxima e diárias que atingiram alguns dos maiores valores do ano, a hotelaria viveu um fim de semana histórico.
A taça será levantada por apenas uma seleção.
Mas quem também saiu campeão foi o turismo de luxo.
Quando o mundo se reúne em uma cidade, os hotéis deixam de ser apenas um lugar para dormir. Eles se tornam o endereço onde os negócios acontecem, as conexões são feitas e o dinheiro circula, não é mesmo?




