
O que faz de um hotel o melhor do mundo? Para os votantes do The World’s 50 Best Hotels 2026, a resposta está em Hong Kong. O Rosewood Hong Kong conquistou o primeiro lugar da lista, colocando o endereço às margens de Victoria Harbour no centro das atenções da hotelaria internacional.
Inaugurado em março de 2019, o hotel ocupa uma torre de 65 andares no complexo Victoria Dockside, em Tsim Sha Tsui, na região de Kowloon. O empreendimento integra o projeto de revitalização de uma das áreas mais emblemáticas da cidade, onde a antiga zona portuária deu lugar a um conjunto de espaços dedicados à arte, à cultura, ao comércio e à hospitalidade.

Mas o que existe por trás das portas do hotel que acaba de conquistar o título mais cobiçado da hotelaria internacional?
Uma chegada que impressiona
O projeto arquitetônico leva a assinatura do escritório norte-americano Kohn Pedersen Fox, enquanto os interiores foram concebidos pelo designer Tony Chi.
A proposta se distancia da estética convencional dos grandes hotéis urbanos. O Rosewood Hong Kong foi concebido para transmitir a sensação de uma residência privada, com ambientes que combinam materiais nobres, mobiliário selecionado, objetos decorativos e obras de arte.

A coleção artística é parte importante da identidade do empreendimento. Esculturas, pinturas e instalações aparecem nos espaços comuns, criando uma experiência que aproxima a hospitalidade do universo das galerias e das grandes coleções privadas.
A localização também é um dos grandes atrativos. De diferentes pontos do edifício, o hóspede contempla Victoria Harbour e o skyline de Hong Kong, especialmente impressionante durante a noite.
Como são os quartos e as suítes?
O hotel reúne 413 acomodações, distribuídas entre quartos e suítes que combinam proporções generosas, materiais sofisticados e vistas para a cidade ou para o porto.
Os interiores seguem uma linguagem residencial, com atenção especial à iluminação, ao mobiliário e aos detalhes que tornam os ambientes mais acolhedores.



Entre as acomodações de destaque está a Harbour House, uma residência de luxo localizada no 57º andar, com piscina privativa, jardins e vista panorâmica para Victoria Harbour.
A proposta é oferecer uma experiência de privacidade em uma das cidades mais movimentadas do planeta.
A gastronomia é outro componente importante da experiência no Rosewood Hong Kong.
O complexo reúne restaurantes e bares com propostas distintas, permitindo que o hóspede explore diferentes cozinhas e ambientes sem precisar deixar a propriedade.
Entre os destaques está o CHAAT, restaurante de culinária indiana contemporânea comandado pelo chef Manav Tuli e reconhecido pelo Guia Michelin.
O The Legacy House apresenta uma interpretação refinada da gastronomia chinesa, com especial atenção às tradições da região de Shunde.
Já o BluHouse, comandado pelo chef Andrea Delzanno, oferece uma proposta italiana que combina restaurante, bar e experiências gastronômicas.
Para quem aprecia coquetelaria, o DarkSide é um dos endereços mais conhecidos do hotel, com ambiente intimista, música ao vivo e uma carta dedicada a destilados envelhecidos e coquetéis autorais.
Asaya: o bem-estar como parte da experiência
O Rosewood Hong Kong também abriga o Asaya, seu espaço dedicado ao bem-estar.
O conceito reúne tratamentos, atividades físicas e experiências voltadas ao equilíbrio físico e mental, com uma abordagem que ultrapassa o modelo tradicional de spa.

O espaço oferece tratamentos personalizados, experiências de movimento e ambientes dedicados ao relaxamento.
A piscina externa, com vista para Victoria Harbour, completa a experiência e se tornou uma das imagens mais reconhecíveis do hotel.
O Manor Club e a hospitalidade residencial
Outro diferencial é o Manor Club, espaço exclusivo destinado aos hóspedes de determinadas categorias de acomodações.
A proposta é criar uma experiência mais reservada, com serviços personalizados, ambientes de convivência e opções de alimentos e bebidas ao longo do dia.
O conceito acompanha a filosofia da marca Rosewood, que busca desenvolver hotéis conectados à identidade de cada destino, com uma abordagem de hospitalidade inspirada no ambiente residencial.

O hotel que colocou Hong Kong no topo
A conquista do primeiro lugar no The World’s 50 Best Hotels 2026 amplia a projeção internacional do Rosewood Hong Kong e coloca novamente a cidade em evidência no cenário da hospitalidade de luxo.
O reconhecimento também representa um marco para a Rosewood Hotels & Resorts, marca fundada em 1979 e que atualmente mantém propriedades em alguns dos destinos mais conhecidos do mundo.
Entre vistas panorâmicas, arte, gastronomia e experiências de bem-estar, o endereço reúne diferentes expressões da hospitalidade contemporânea.
Para quem deseja conhecer de perto o hotel eleito o melhor do mundo em 2026, a experiência começa muito antes de chegar ao quarto: está na arquitetura, nos espaços de convivência e na maneira como o empreendimento se relaciona com Hong Kong.










