Três dias de viagem até o outro lado do mundo para se isolar em uma vila suspensa entre árvores tropicais, com uma banheira oval flutuando sobre a mata. Foi assim que Mel Maia, 21, começou suas férias na Tailândia ao lado do namorado, o lutador Luan Medeiros, 30. O endereço foi o Keemala, um resort escondido nas colinas de Kamala Beach, em Phuket, na Tailândia.
A atriz compartilhou imagens do lugar no Instagram, mas evitou mencionar o nome do hotel. Mesmo assim, a arquitetura chamou atenção: dois andares, piscina particular, móveis pendurados e vegetação por todos os lados. Era o suficiente para cravar que ela estava numa das “Tree Pool Houses”, categoria que beira o fantástico com seus casulos de madeira inspirados em tribos celestiais imaginárias. As diárias são de pouco mais de R$ 5 mil nesta época do ano.


O Keemala é daqueles lugares que rejeitam rótulos convencionais. Não se apresenta como hotel boutique, nem resort tradicional. Prefere ser lembrado como um “país das maravilhas de piscinas privativas”. E faz sentido! Cada vila ali é única: algumas com teto de palha e alma rústica, outras com estrutura em forma de ninho, esculpidas em tramas de madeira e vidro que parecem flutuar sobre a floresta. Tudo isso a poucos minutos de praias agitadas como Patong, mas em um silêncio quase que ancestral.
Apesar de parecer retirado de algum romance utópico, o Keemala não vive apenas de estética. O terreno é todo interligado por trilhas na mata e oferece experiências de bem-estar, spa, gastronomia local reinterpretada no restaurante Mala e até café da manhã servido no próprio quarto.




Na sua suíte de 169 m², o casal ainda teve à disposição uma banheira de frente para a floresta, chuveiro ao ar livre, cama king size e minibar recheado. O andar superior funciona como um espaço de relaxamento a céu aberto, vizinho das copas das árvores.




A construção do Keemala partiu de uma premissa excêntrica… imaginar quatro tribos fictícias que viveriam na selva tailandesa. Cada uma ganhou seu estilo arquitetônico e uma narrativa própria. O resultado está longe do padrão tailandês dos grandes resorts de rede. Nele, o visitante dorme sob telhados curvos que lembram tendas, ou em estruturas que poderiam muito bem ter saído de um filme de ficção.
